Chineses vendem cachorro por leão africano em zoológico
QUEM NÃO TEM FELINO CAÇA É COM CANINO
Donos de uma inigualável cultura milenar, ninguém consegue entender a ânsia dos chineses em imitar os ocidentais, incluindo algumas das nossas virtudes e até os nossos piores defeitos.
O complexo de vira-lata já podia ser notado nas cópias baratas de bugigangas, nas réplicas de carros famosos e até na clonagem de símbolos arquitetônicos ou bairros de cidades europeias.
A mais recente e bizarra falsificação foi a de um “autêntico leão africano” exibido a US$ 2,45 por pessoa no zoológico da cidade de Luohe, na província central de Henan.
A farsa foi desmascarada quando ao se deparar com a ansiosa platéia, ao invés de rugir ameaçadoramente, o dócil bichão (como o da imagem acima) começou a abanar o rabo e… a latir.
Foi quando caiu a ficha: tratava-se, na verdade, de um mastim (ou mastiff) tibetano, raça de cães gigantes oriunda da própria Ásia, que se caracteriza por uma espécie de juba e grossa pelagem.
Em termos econômicos eles até podem ser uma terrível ameaça para o mundo, mas, em matéria de malandragem e maracutaias, os chineses ainda têm muito o que aprender conosco.
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