A teoria da evolução do sexo, na crônica de Veríssimo

DO BLOG ECONSCIÊNCIA INOVADORA
Sexo na Cabeça é mais uma deliciosa crônica de Luis Fernando Veríssimo sobre uma improvável “evolução do sexo” ao longo dos milênios.

Como de hábito, não poderiam faltar aqueles engraçadíssimos e absurdos diálogos entre gêneros. Coisa bem comédia de costumes.

De quebra, Sexo na Cabeça ganhou uma versão musical de Arthur de Faria & Seu Conjunto.

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Os Animais Salvam o Planeta – campanha ecológica animada

DO BLOG ECONSCIÊNCIA INOVADORA
Este é um dos onze vídeos onde os bichos “ensinam” os humanos a lidar com a preservação da natureza.

Divertida e instrutiva, a série se transformou num dos maiores sucessos de todos os tempos no YouTube.

Aprenda a salvar o planeta com os animais.

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Jeep Willys – reforma e customização do volante

DO BLOG NEMO DESIGN
A customização radical de volantes detonados costuma ser uma rara oportunidade para se dar asas à imaginação. O primeiro impulso de um leigo seria despachá-los direto para a sucata. Engano, quase sempre é possível operar verdadeiros milagres. Sim, daqueles capazes de encher os olhos.

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Apocalipse now! Fim do mundo depende da Internet

DO BLOG ECONSCIÊNCIA INOVADORA
Ninguém precisa recorrer às profecias bíblicas do Apocalipse de S. João para tentar vislumbrar como seria o Dia do Juízo Final.

O sinal dos tempos pode estar até ao alcance de apenas um simples teclado de computador.

Hackers, apagões continentais, e-bombas e até explosões solares ameaçam as tecnologias que mantêm o mundo em funcionamento.

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Produção virtual atinge números estratosféricos

A produção anual na esfera virtual chegou a 800 exabytes de informação. O numerozinho absurdo pode ser traduzido para o equivalente a 134 trilhões de exemplares, por exemplo, de Bíblias.

Isso quer dizer que, para consumirmos partes iguais de tudo o que é colocado na rede mundial de computadores, cada terráqueo teria de ler “apenas” 22.334 livros sagrados em 365 dias.

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Indústria apropria bens coletivos através do copyright

A Indústria Cultural baniu as práticas recombinantes do terreno da produção cultural legítima. Como se fosse possível algo original brotar do nada, os intermediários da cultura inventaram a figura do autor genial que inventava sem nunca copiar.

Ao individualizar a criação foi possível implantar um sistema de apropriação privada dos bens culturais, antes comuns a todos, o que culminou com a expansão do famigerado “copyright”.

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