Jogo de xadrez com peças e tabuleiro de prata banhada a ouro

O LUXO REFINADO DO MODERNO DESIGN ALEMÃO – De linhas simples porém elegantes, tanto as peças quanto as casas do tabuleiro são usinadas em prata maciça e depois banhadas em ouro branco e amarelo. Tamanho luxo e refinamento eleva o preço deste jogo de xadrez alemão acima do meio milhão de dólares.

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Letreiro antigo com réplica de navio em metal banhado a ouro

GALEÃO DOURADO SOBREVIVEU A BOMBARDEIO REAL – Sob todos os pontos de vista este antigo letreiro é um absurdo artístico: a réplica de um navio do século XV é totalmente banhada a ouro. Suspenso pelo mastro central em cantoneira de ferro, o galeão balança e gira ao sabor do vento na esquina de uma cidade húngara.

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Pingentes com saco de dinheiro e bolsa cheia de maços de notas

PATUÁ FORTE PARA AGUENTAR A CRISE DOS GOLPISTAS – Até um tempo atrás, pingentes com miniaturas de notas eram usados em pulseiras e cordões como talismãs para atrair boa sorte. Agora o jogo é pesado: são sacos e bolsas de ouro, cravejados de pedras preciosas, para transportar a grana. Os golpistas fazem escola.

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Jogo de xadrez de ouro e pedras preciosas dentro de ovo Fabergé

TESOURO CHOCADO NUMA CÁPSULA DO TEMPO REAL – As peças são de ouro 24 quilates e prata esterlina. O estojo oval é esmaltado com ornamentos em metais e pedras preciosas cintilantes. Na tampa, a pinça com cabo na forma de um Rei é necessária para que se possa movimentar as pequeninas peças sobre o tabuleiro.

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Sereia 3D projetada para ser usada como pingente de cordão

UMA JOIA CAPAZ DE ENFEITIÇAR… MAS SÓ NO FUTURO – Não, infelizmente esta sedutora sereia ainda não saiu dos programas destinados a impressoras 3D para enfeitiçar os pobres mortais. Produzir pingentes bicolores assim, em escala industrial, é totalmente inviável. Melhor ficar no sonho, pelo menos por enquanto.

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Letreiros artísticos passam à posteridade em acervo de museu

ENTALHE MANUAL 3D QUE A MÁQUINA NÃO SUPERA – Letreiros 3D são muito valorizados no primeiro mundo, chegando a integrar acervos de museus, como o da Civilização, em Québec. Os curadores acreditam que os trabalhos artesanais têm uma alma e uma complexidade subjetiva que a robótica não pode igualar.

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