Acuada, direita europeia retira assinaturas ao ACTA

O CHEFE DE REDAÇÃO
‘O ACTA acabou’, foi a bombástica declaração do deputado francês Joseph Daul, líder da direita no Parlamento Europeu.

Ele se sentiu acuado pelo tamanho da onda de protestos que varreu a Europa no fim de semana passado, contra o Acordo Comercial Anti-pirataria, acusado de ameaçar a liberdade na internet.

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Por que o conservador é burro e o progressista inteligente?

O CHEFE DE REDAÇÃO
Pesquisa com 15 mil pessoas comparou o nível de inteligência encontrado na infância com os seus pensamentos políticos como adultos.

A conclusão é demolidora: indíviduos conservadores, de direita, eram crianças bem menos inteligentes que os progressistas, de esquerda.

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My Funny Valentine, com Rickie Lee Jones, no Dia dos Namorados

O CHEFE DE REDAÇÃO
14 de fevereiro é Dia dos Namorados em todo o mundo ocidental, menos aqui no Brasil.

Em homenagem aos que compartilham palpitações aceleradas, a mais famosa canção dedicada aos enamorados desde sempre: My Funny Valentine.

A interpretação magistral é de Rickie Lee Jones.

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As 50 provas ‘chocantes’ do declínio econômico dos EUA

O CHEFE DE REDAÇÃO
Um blog nos Estados Unidos listou 50 dados econômicos tão loucos, relativos ao ano de 2011, que é quase impossível acreditar neles.

Embora a maioria dos estadunidenses esteja furiosa com a situação, grande parte continua a não ter ideia da dimensão do declínio econômico do país.

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Países da Europa recuam e desistem de assinar o ACTA

O CHEFE DE REDAÇÃO
Na véspera da grande manifestação internacional pela liberdade e contra a censura na internet, os governos da Alemanha e da Letônia surpreendentemente recuam e suspendem o processo de ratificação do ACTA que já haviam assinado.

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A subversão: bancos privatizam ganhos e socializam perdas

O CHEFE DE REDAÇÃO
A banca chantageia os governos — não por terem dinheiro em caixa, mas sob a ameaça de uma falência que arrastaria toda a economia.

A enorme transferência de dinheiro e dívida pública para os bancos representa uma privatização dos ganhos e a socialização das perdas.

É uma parceria na qual um dos sócios rouba descaradamente o outro.

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