‘Especialistas’ da velha mídia erram todas as previsões econômicas

O CHEFE DE REDAÇÃO
Se os principais ‘especialistas’ que orientam as decisões do mercado erram tanto, por que razão, todo início de ano, se arma o circo de apostas econômicas?

Ainda existe empreendedor que se considere responsável que se deixe influenciar pelas previsões extraídas em bolas de cristal nos veículos da velha mídia?

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A decadência do império: Nero está de volta com o fósforo aceso

O CHEFE DE REDAÇÃO
Como no sonho bíblico, o gigante tem os pés de argila. A decadência fica evidente na crise provocada pelo ciclone neoliberal, com epicentro nos bancos americanos.

Há quem compare Washington à antiga Roma, embora os presidentes dos EUA não se chamassem Augusto, Adriano, Tito, Marco Aurélio. Alguns estiveram mais para Nero.

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Bancos recebem dinheiro a 0,01% e emprestam a até 9% de juros

O CHEFE DE REDAÇÃO
O governo dos EUA emprestou secretamente aos bancos em dificuldade a quantia de US$ 1 trilhão 200 bilhões a uma taxa ridícula de 0,01%.

No mesmo momento, em muitos países, o povo sofre com planos de “austeridade” impostos por governos aos quais os mercados financeiros emprestam bilhões a taxas de juros de até 9%.

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Sai mais barato viver em Miami, nos EUA, do que em São Paulo

DESCOLADO… DA REALIDADE
Viver em São Paulo custa mais caro do que em Miami, na Flórida, um dos principais centros financeiros dos EUA.

Isso vale para todos os setores, desde alimentação, serviços de lazer, entretenimento, transporte e alugueis, até aquisição de casas e automóveis.

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As previsões furadas de apocalipse econômico de Miriam Leitão

O CHEFE DE REDAÇÃO
Trincou a bola de cristal com que madame Leitão previu o futuro apocalipse econômico do Brasil.

Há um ano, profetizou que o saldo da balança comercial cairia para US$ 3 bilhões em 2011.

Fechadas as contas, agora, o valor foi de US$ 29,8 bilhões — sim, 10 vezes mais do que previu a maior “especialista” em economia da TV Globo!

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Tijolos maciços na construção da nova economia mundial

O CHEFE DE REDAÇÃO
Estão previstas profundas alterações até 2020 no ranking das economias mundiais através da subida dos chamados países emergentes para os lugares dos — por enquanto — principais atores da União Europeia.

Nada, enfim, será como hoje no Top 10 das economias mundiais dentro de até 8 anos.

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