Acuada, direita europeia retira assinaturas ao ACTA

O CHEFE DE REDAÇÃO
‘O ACTA acabou’, foi a bombástica declaração do deputado francês Joseph Daul, líder da direita no Parlamento Europeu.

Ele se sentiu acuado pelo tamanho da onda de protestos que varreu a Europa no fim de semana passado, contra o Acordo Comercial Anti-pirataria, acusado de ameaçar a liberdade na internet.

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Países da Europa recuam e desistem de assinar o ACTA

O CHEFE DE REDAÇÃO
Na véspera da grande manifestação internacional pela liberdade e contra a censura na internet, os governos da Alemanha e da Letônia surpreendentemente recuam e suspendem o processo de ratificação do ACTA que já haviam assinado.

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A subversão: bancos privatizam ganhos e socializam perdas

O CHEFE DE REDAÇÃO
A banca chantageia os governos — não por terem dinheiro em caixa, mas sob a ameaça de uma falência que arrastaria toda a economia.

A enorme transferência de dinheiro e dívida pública para os bancos representa uma privatização dos ganhos e a socialização das perdas.

É uma parceria na qual um dos sócios rouba descaradamente o outro.

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Indústria do copyright tenta se salvar da extinção com ACTA

O CHEFE DE REDAÇÃO
Antigamente, na cadeia produtiva de bens culturais — como filmes, músicas (CDs), textos (livros) –, havia a necessidade de um intermediário entre o criador e o consumidor final.

Aí aparece a internet para acabar com a valiosíssima indústria do copyright, isto é, dos direitos autorais. E seus detentores, óbvio, não estão gostando nada disso.

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Aposta: três turistas mergulham pelados na água gelada

DO BLOG BANANAPOST
O frio histórico na Europa prenuncia uma nova era glacial. Mas tem gente que não tá nem aí.

Na margem de um lago geladíssimo, se encontram um americano, uma francesa e um brasileiro.

Na outra margem, um amigo aceita aposta para fazer com que os três pulem na água gelada.

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Com a Europa em crise Alemanha investe mais no Brasil

O CHEFE DE REDAÇÃO
A Alemanha decidiu intensificar relações com mercados em franca expansão econômica.

O governo alemão quer incrementar negócios e parcerias com os ‘emergentes’, especialmente Brasil, China e Índia.

E para tanto, aprovou diretrizes de política externa para lidar com as ‘novas potências em formação’.

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